Isto está a ficar cheio de rock e grunge. Dá ideia que que sou um passadista com uma seringa permanente espetada no braço. Nada disso.

Deixo-vos aqui este meu adorado Firebird de Igor Stravinsky, como prova de que também “kurto” outras cenas.

P.S O maestro é próprio Stravinsky

 

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